Ópera cómica/cantata cénica
Libretista: Edward Ayres d’Abreu
Libreto construído em colaboração com o ChatGPT e outras fontes de inteligência artificial
Data: 2023
Língua: Português
Duração: 55 minutos
Pequeno formato
Bunny, tipo coelhinha: soprano
Benny, amor da sua vida: ausente
Áugure: tenor
Sacerdotisa: violoncelista
Boris: pianista
Atchim, barman: clarinetista
O resto dos bêbedos: orquestra
Imaginem tipo um piano bar, mas tipo não exatamente: uma espécie de espaço de ensaios tipo de uma banda sinfónica. De qualquer maneira, isso não interessa tipo nada. A grande questão é que tipo a Bunny, a modos que personagem principal, está apaixonada pelo Benny, que é tipo secundário. Há, todavia, um problema entre eles, derivado tipo das vicissitudes da vida. Entretanto, diz que a coisa só se resolve com a intervenção de um Áugure e de uma Sacerdotista – e é isso que nós queremos ver…
Cl | Pf | Vc + Orquestra
A ópera é o epítome do que significa «criação colaborativa»: um processo longo, pautado por progressos e retrocessos que parecem por tantas vezes contar a história de uma «outra ópera» dentro da produção da própria ópera. Criar para estas fantásticas forças (QC & BSP) foi sempre uma alegria desprendida de limitações e creio que esse sentimento de liberdade está bem visível e audível em tudo aquilo que existe nesta Delícia de Morangos e Chantilly (2023). O trabalho do Edward (libreto) e posteriormente o do António (encenação) funcionaram sempre como uma impulsão para esta partitura que tanto prazer me deu criar. Assim se quer o mundo: cooperativo e colaborativo para que as nossas ideias se possuam de forças tangíveis em mais recetores sensoriais, que é uma maneira de dizer «pessoas».
Data: 2024
Local: Sala Suggia, Casa da Música, Porto
Encomenda: Quarteto Contratempus
Encenação: António Durães
Direcção musical: Jan Wierzba
Elenco: Ana Rosa Silva, Natalie Gonçalves, Teresa Nunes, Miguel Leitão, Carolina Leite Freitas, Bernardo Pinhal, Crispim Luz e Banda Sinfónica Portuguesa