Libretista: Stephen Plaice
Ópera de câmara
Data: 2010
Língua: Inglês
Duração: 60 minutos
Pequeno formato
Tula: soprano
Ruth: soprano
Stephanie: mezzo-soprano
Howard: barítono
Padre: barítono
Lee: tenor
«A minha ideia para Paint Me (Pinta-me) era juntar seis personagens, todas com uma vida interior bastante criativa e fértil, e explorar o que é que elas pensariam umas das outras quando limitadas a um compartimento de comboio. O modelo formal do meu libreto é a obra The Canterbury Tales, escrita por Geoffrey Chaucer no século XIV.
Os viajantes de Paint Me também vão a caminho de Canterbury, mas a diferença é que estes são estranhos que foram agrupados em virtude da aleatoriedade da forma de viajar moderna, e os seus contos são narrados para si próprios, nas suas próprias fantasias.
Na idade moderna, quase todas as viagens realizadas por indivíduos são conduzidas em silêncio e anonimamente. Cada um de nós tem apenas acesso a uma impressão visual ou aos maneirismos das pessoas que se sentam à sua frente. Esta introspecção em público abre um espaço de fantasia privado, no qual os nossos companheiros de viagem se podem tornar personagens de breves dramatizações psicológicas.
Tentei, sim, dar o formato de uma narrativa completa às fantasias de cada uma das personagens. O resultado é uma espécie de antologia de short stories em forma de ópera, enquadrada no contexto de uma vulgar viagem.»¹
2 S | Mz | T | Bar | B + Fl (Picc & Bfl), Ob (C Ing), 2 Cl (Bcl) | Fg (Cfg) | Hn | Tpt | Tbn | Hp | Mar | 2 Perc | 2 Vln | 2 Vla | 2 Vc | Cb
Editora: University of York Music Press
Data: 2010
Local: Culturgest – Fundação Caixa Geral de Depósitos, Lisbon
Encomenda: Culturgest – Fundação Caixa Geral de Depósitos
Encenação: Rui Horta
Direcção musical: Joana Carneiro
Elenco: Raquel Camarinha, Eduarda Melo, Patrícia Quinta, Hugo Oliveira, Job Tomé, João Rodrigues e Orquestra Sinfónica Portuguesa