A Op – Companhia Portuguesa de Ópera foi um projecto fundado em 2001 (distinto daquele sedeado no Teatro da Trindade entre 1963 e 1975), que se assumia como inovador e pioneiro na cena lírica portuguesa. A sua actividade, cessada em 2010, decorreu essencialmente na região de Lisboa, tendo obtido reconhecimento da parte do público e da crítica. Do seu repertório fizeram parte óperas como O barbeiro de Sevilha, de Rossini, Madama Butterlfy e Tosca, de Puccini, ou L’elisir d’amore, de Donizetti.¹